domingo, 3 de janeiro de 2010

SAGA DA FAMILIA PENTIARO


ANTONIO PENTIARO,  meu trisavô paterno,  nasceu no ano de 1830, na Comune de Polensella, distrito de Rovigo, em Vêneto Orientale, Itália.  Casou-se com a sra. Anna Trambolinni, por volta do ano de 1850 e no ano de  em 1858 nasceu a filha Itala Maria Seconda,  (segunda, pois o casal já tinha uma filha com o mesmo nome, provavelmente falecida).

ÍTALA MARIA SECONDA PENTIARO, minha Bisavó paterna,  nasceu no ano de 1858, na Comune de Polensella, distrito de Rovigo, em Vêneto Orientale, Itália.  Filha de Antonio Pentiaro e de Anna Trambolinni.

Viveu a infância em meio a turbulência do pós guerra italiano, que vinha buscando sua unificação desde o ano de 1815, pois a Itália era até então, apenas uma coleção de pequenos Estados, submetidos a potências estrangeiras. Na luta sobre a futura estrutura da Itália, a monarquia, na pessoa do rei do Piemonte-Sardenha, Vítor Emanuel II, apoiado pelos conservadores liberais, teve sucesso quando em 1859-1861 se formou a Nação-Estado, derrotando os partidários de esquerda, republicanos e democráticos, que militavam sob Giuseppe Mazzini e Giuseppe Garibaldi. A desejada unificação da Itália se deu assim sob a Casa de Sabóia, com a anexação ao Reino de Sardenha, da Lombardia, do Vêneto, do Reino das Duas Sicílias, do Ducado de Módena e Reggio, do Grão-Ducado da Toscana, do Ducado de Parma e dos Estados Pontifícios. Mas, mesmo com a vitória, as guerrilhas e discordância continuaram por longos anos, fazendo com que o sofrido povo italiano buscasse melhores lugares para se morar.

Casou-se com o sr ANACLETO TURAZZI, meu bisavô,  aos 21 anos de idade, no dia primeiro de novembro de 1879, e  tiveram 03 filhos, os quais vieram para o Brasil ainda Jovens. São eles:

. Tersília PentiaroTurazzi (Rovigo – Itália - 1883) - veio p/o Brasil com 15 anos de idade.
. Guido Angelo Pentiaro Turazzi (Rovigo – Itália - 1885) - veio p/o Brasil com  13 anos de idade.
Rodolpho (Adolpho) Pentiaro Turazzi (Rovigo – Itália - 1887/1940) - veio p/o Brasil com 11 anos de idade.

Não se sabe o que ocorreu com a sra.  ÍTALA MARIA SECONDA PENTIARO,  para causar sua morte prematura (+- com 39 anos),  mas no ano de 1898, seu marido (viúvo), então com 43 anos de idade e seus filhos, vieram para o Brasil, pelo Vapor Minas, aportando em Santos e se dirigindo para a cidade de Brodowiski-SP, região de Ribeirão Preto,  para trabalhar na fazenda do sr Antonio Rosa Sobrinho..

Os italianos nessa época passavam por momentos difíceis, pois a itália estava na luta sobre a sua futura estrutura. A monarquia, na pessoa do rei do Piemonte-Sardenha, Vítor Emanuel II, apoiado pelos conservadores liberais, teve sucesso quando em 1859-1861 se formou a Nação-Estado, derrotando os partidários de esquerda, republicanos e democráticos, que militavam sob Giuseppe Mazzini e Giuseppe Garibaldi. A desejada unificação da Itália (até então a Itália era formada de pequenos Estados, dirigidos por nações Estrangeiras, França, Espanha, Inglaterra), se deu assim sob a Casa de Sabóia, com a anexação ao Reino de Sardenha, da Lombardia, do Vêneto, do Reino das Duas Sicílias, do Ducado de Módena e Reggio, do Grão-Ducado da Toscana, do Ducado de Parma e dos Estados Pontifícios. Mas, mesmo com a vitória, as guerrilhas e discordância continuaram por longos anos, fazendo com que o sofrido povo italiano buscasse melhores lugares para se morar.


Muitas familia decidiram sair da Itália e vir para o Brasil, pois após a Libertação Escravocata, o País estava necessitando urgentemente de trabalhadores com conhecimentos (agricultores, pedreiros, marceneiros, etc...) e o governo brasileiro, muita propaganda fez, inclusive dando as passagens gratuitamente aos imigrantes, além de serem beneficiados posteriormente com a compra de terras muito baratas.


Os navios saiam da Itália abarrotados de familias querendo um futuro promissor, mas não sabiam o destino que chegariam. Muitas familias foram separadas no Porto de embarque, já que o destino de cada navio era diferente: Uns desembarcariam em Santos (SP), outros em Paranaguá (PR), outros em Niteroi (RJ), Florianópolis (SC), Vitória (ES) e no Rio Grande do Sul, etc....

 
 Veja continuação nas Sagas das Famílias abaixo.

ver:  SAGA DA FAMILIA TORAZZI
        SAGA DA FAMILIA  CAMOLESE
        SAGA DA FAMILIA PERUZZO
        SAGA DA FAMILIA PASCON
        SAGA DA FAMILIA CARDUCCI


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por:  Ogair José Toracio



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Um comentário:

Ogair disse...

Por Kleber Camolezi
ola amigo

achei muito interessante a historia da familia, pois sou um camolezi,e gostaria de saber mais dos meus antepassados.

Até a pouco tempo eu achava que era de descendencia portuguesa, porque minha bisavó era de portugal.

O que eu gostaria de saber é se a familia camolezi tem algum brasão?

por favor me informe por e-mail.

bom,os nomes que eu tenho são os seguintes

meu nome: kleber donisete camolezi, nascido em pitangueiras sp

nome de meu pai: Brasilino Donisete Camolezi, do estado do parana(nao sei a cidade)

nome de meu avô: Antonio Camolezi, nascido em Pitangueiras sp

Meus irmaos: Dener Camolezi, Daiane Camolezi e Cleiton Camolezi, todos de Pitangueiras sp

Por favor eu pesso que entre em contato pois estou muito interessado em saber do passado da familia
Obrigado e um abraço